As chuvas na região Sudeste. nº 3 (2020)

Nas últimas semanas de janeiro, várias cidades de Minas Gerais e do Espírito Santo sofreram com fortes chuvas. Na capital mineira, caiu o maior volume de água dos últimos 110 anos, quando os serviços meteorológicos começaram a medir as chuvas da cidade. Nessa época do ano chove em média 329 mm por mês, mas, na noite do dia 24 de janeiro, despencaram em Belo Horizonte 175 mm no intervalo de poucas horas.

Inundações, enchentes e desabamentos causaram danos materiais, mas também deixaram feridos, desaparecidos e fizeram dezenas de mortos. Milhares de pessoas foram obrigadas a deixar as suas casas, somando mais de 14 mil desalojados, ou seja, pessoas que não precisam de abrigo, e mais de 3 mil desabrigados que precisaram ser encaminhados para um abrigo provido pelo governo.

Mais de 100 municípios foram considerados pelo governo federal em estado de emergência, que é quando existe risco de danos à saúde e aos serviços públicos, e outros 3 estão em estado de calamidade pública, porque neles esses danos já aconteceram. Quando uma cidade é classificada assim, ela passa a ter direito a uma verba do governo federal que é reservada para situações de desastres.

Mas qual será a causa do problema? O que precisa ser feito para que essa situação não se repita a cada ano?

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Por que tanta chuva?

Mas a culpa é da chuva?

O que os governos têm feito?

O que os governos deveriam fazer?

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