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A crise dos refugiados. Nº 23 (2019)

No mundo todo, existem mais de 70 milhões de pessoas que foram obrigadas a sair de suas casas para fugir de guerras, conflitos, desastres naturais ou para escapar da pobreza.

Esse número é parecido com a população da França. Ou seja, é como se os habitantes de um país inteiro estivessem em situação de deslocamento.

Atualmente, a maior parte dos refugiados do mundo vem da Síria, país que vive uma guerra civil há muitos anos.

No fim de outubro passado, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) noticiou que, em poucos anos, o número de venezuelanos obrigados a deixar seu país deve ultrapassar o número de refugiados sírios no mundo.

A Venezuela vive uma forte crise econômica e política, e muitos venezuelanos estão migrando para países vizinhos como a Colômbia, o Peru, o Chile, o Equador e também o Brasil.

Esse problema não atinge apenas alguns povos, mas vem sendo considerado uma verdadeira crise humanitária.

Quer saber mais sobre esse assunto? Segue essa trilha:

Desenho de Luiz Felipe Moreira – 10 anos

Qual a diferença entre imigrante e refugiado?

Como é ser uma criança refugiada?

Quem inventou as fronteiras?

Conheça Louison Mbombo

Pergunte a Marie Ange

Resenha das crianças

Escuta Essa: Eu não sou da sua Rua

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Escuta Essa: Eu não sou da sua rua

Eu não sou da sua rua é uma música composta por um integrante e um ex-integrante do grupo de rock Titãs: Branco Mello e Arnaldo Antunes. No vídeo abaixo, a canção está na voz de Matheus Braga e dos compositores da canção. Matheus Braga tinha apenas 14 anos quando gravou essa música, que faz parte de seu primeiro CD. Escuta essa!

O vazamento de óleo no Nordeste. N.º 22 (2019)

 

No final de agosto, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) recebeu o primeiro aviso sobre a presença de uma substância escura e oleosa no mar da Paraíba. De lá pra cá, ela se espalhou por vários pontos do litoral nordeste do Brasil.

Pesquisas mostraram que se trata de um óleo originário das bacias venezuelanas, mas isso não significa que a Venezuela seja responsável pelo acidente, porque a bandeira do navio que transportava a substância é desconhecida.

Investigadores da marinha brasileira acreditam que provavelmente o óleo veio de uma embarcação clandestina. Isso explica porque, após o acidente, as autoridades não foram avisadas para tomar as medidas necessárias.

Diante de tantas dúvidas, ambientalistas têm cobrado do governo brasileiro respostas seguras para estas questões e mais rapidez na limpeza e na contenção dessa substância.

Quer seguir estas pistas com a gente?

 

Navios fantasma e o petróleo

Quais praias foram atingidas?

De que é feito esse óleo?

Quais são os riscos?

O que é o Plano de Contingência?