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O plano nacional de vacinação contra o coronavírus. 4 (2021)

Em janeiro deste ano, a vacina brasileira contra o coronavírus produzida pelo Instituto Butantan foi aprovada, tornando possível o início da imunização da população brasileira. Para isso, o governo elaborou um plano que define como deve ocorrer a vacinação em massa: os recursos disponíveis, as estratégias de distribuição e conscientização da população e os grupos prioritários, ou seja, aqueles que seriam imunizados primeiramente. 

No dia 17 de janeiro de 2021, os jornais noticiaram que o Brasil havia vacinado a primeira pessoa contra a COVID-19: a enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos. Mônica sofre com uma doença chamada hipertensão e, mesmo assim, trabalha na linha de frente de um hospital paulista que é referência no enfrentamento à doença. 

O início da vacinação acendeu esperanças, mas também levantou muitas discussões. E já que esse assunto interessa a pessoas de todas as idades, a revista Manga de Vento criou esta edição explicando sem complicações o plano nacional de vacinação e como ele afeta crianças e adolescentes. 

Vem com a gente?

 

Por que um plano nacional de vacinação?

Como é o plano nacional de vacinação?

Problemas com o plano nacional de vacinação

Crianças e adolescentes vão se vacinar?

Assista: festival on line de filmes infantis nacionais

Assista isso: festival Férias Brasileiras

Começa na semana que vem o festival Férias Brasileiras, uma oportunidade para assistir gratuitamente 23 filmes infanto-juvenis nacionais. O festival, que acontece na plataforma Looke entre os dias 25 de fevereiro e 25 de março, traz no catálogo filmes como “Menino Maluquinho – o filme” e “Menino Maluquinho 2 – A aventura”, “Detetives do prédio azul – o filme” e “Detetives do prédio azul – O mistério italiano”, “Hoje eu Quero Voltar Sozinho” e “Turma da Mônica – Laços”.

Alguns filmes só poderão ser visualizados em datas definidas. Confira abaixo:

O menino maluquinho – O filme – de 25/2 a 11/3

O menino maluquinho 2 – A aventura – de 11 a 25/3

Tainá – uma aventura na Amazônia – dias 27 e 28/2 e 6 e 7/3

Tainá 2 – A aventura continua – dias 6 e 7 – 13 e 14/3

Tainá – A origem – dias 13 e 14 – 20 e 21/3

Laços, turma da Mônica – dias 5, 6, 7 e 8 de março

Detetives do prédio azul, o filme – dias 25, 26, 27 e 28 de fevereiro

Detetives do prédio azul 2 – O mistério italiano – dias 1, 2, 3 e 4 de março  

 

Também fazem parte da programação contações de histórias online que acontecem aos sábados, sempre às 17h00. 

Expediente

Texto: Cibele Carvalho e Maria Cecília Carvalho Alkmin

Ilustração: Livia Arnaut

Revisão de texto: Bernardo Bethonico

Diagramação de PDF: Bruno Ianni

A captura de dados de crianças na internet. 3 (2021)

 

Desde 2013, uma pesquisa chamada TIC Kids Online é realizada todos os anos para saber como as crianças brasileiras usam a internet. Os dados da última pesquisa, coletados em 2019, mostram que 89% das crianças brasileiras possuem acesso à internet e que esse número cresce a cada ano.

Durante a pandemia do coronavírus, a internet se mostrou essencial para a continuidade dos trabalhos escolares, mas também aumentou a exposição de crianças e adolescentes a riscos da navegação online, como o cyberbullying, a pedofilia, a captura de dados e a exposição à publicidade e a conteúdos inadequados como violência, pornografia, ideias preconceituosas ou conselhos de autoagressão.

Além de se tratar de uma missão quase impossível, proibir o uso da internet por crianças e adolescentes não resolve o problema. Então, o desafio da sociedade não seria proteger as crianças e os adolescentes da internet, mas protegê-los na internet, garantindo uma experiência digital segura. Por isso, é tão importante conversar sobre esse assunto.

Nesta edição, vamos falar de um dos riscos de exposição à internet: a captura de dados; mas se você quiser que a gente fale mais sobre os outros riscos, escreva para a gente. Vamos adorar continuar com essa conversa!

 

A datificação da vida das crianças

Por que os dados são coletados?

O que diz a lei brasileira sobre isso? 

Tratamento de dados pessoais, como assim?

Pergunte a Patrícia Gomes