É uma nave? Um shopping? Um estádio de futebol? – Nº. 9 (2018)

Foto cedida pelo LNLS (Laboratório Nacional de Luz Síncrotron)

Nada disso! Essa enorme rosca de vidro é o Sirius, uma espécie de microscópio muito potente que se tornou o mais grandioso projeto da ciência brasileira. O Sirius possui três aceleradores de partículas para a produção da luz síncrotron, responsável por tornar visíveis partículas muito pequenas. Ele substituirá o antigo produtor de luz síncrotron do Brasil, o UVX. A diferença entre o UVX e o Sirius é que o UVX é uma máquina de segunda geração, enquanto o Sirius é de quarta geração. Isso porque o novo equipamento é muito mais rápido, sendo capaz de realizar, em alguns segundos, trabalhos que o UVX levaria horas e horas para terminar.Somente a Suécia possui uma fonte de luz síncrotron tão moderna, mas os Estados Unidos, o Japão e a França também estão construindo aceleradores de partículas de quarta geração.
Depois de anos de planejamento e construção, o Sirius foi inaugurado na cidade de Campinas, no estado de São Paulo, no último 14 de novembro.

 

A construção possui 500 m de circunferência.

500 m = aproximadamente 5 quarteirões ou uma pista de atletismo

Mas afinal, por que os pesquisadores brasileiros trabalharam tanto tempo para construir uma máquina gigante que produz luz? Você também ficou cheio de dúvidas como a gente?

  1. O que é a luz síncrotron?
  2. Quem descobriu a luz síncrotron?
  3. Para que serve a luz síncrotron?
  4. Como funciona o Sirius?
  5. Pergunte a quem entende, com a pesquisadora Nathaly Archilha 

Continuar Lendo