O que fazer se você está sofrendo esse problema em casa?

Crianças e adolescentes que sofrem violência doméstica devem pedir ajuda para adultos de sua confiança. Se você não tem contato por telefone ou e-mail com professores ou outros funcionários da sua escola, as dicas abaixo podem servir para esse momento:

  • Decore ou salve no seu celular o contato de alguns adultos da sua confiança: talvez um vizinho, uma tia, um amigo…
  • Tente adicioná-los ao Whatsapp ou outro aplicativo de mensagem.  Se essa pessoa já conhece o seu problema, você pode combinar com ela uma senha que será usada em uma emergência.
  • Converse com esses adultos sobre o aplicativo Direitos Humanos Brasil. Ele é gratuito e funciona tanto em celulares Android (clique aqui para baixar) quanto em celulares IOS/Iphone (clique aqui para baixar). É preciso ter um e-mail e CPF para fazer uma denúncia. 
  • Ligue para o número 100. O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive fins de semana e feriados. A ligação é gratuita e não é preciso se identificar. Em caso de emergência fora do horário de atendimento do Disque 100, ligue para o número 190, que é o número da Polícia Militar.
  • Tenha seu endereço em mãos! Para fazer uma denúncia por telefone ou por aplicativo, você vai precisar saber o seu endereço completo. Decore essa informação ou salve no seu celular.  

 

Bem, se você precisa de ajuda, já sabe o que deve fazer!

Se você conhece alguém que também deveria ler sobre esse assunto, compartilhe por e-mail ou whatsapp! Esta edição está aberta para assinantes e não-assinantes da revista.

Mas se você não está precisando de ajuda e não conhece ninguém que precise, guarde essas informações na sua gaveta mental de urgências e vá se divertir!

 

 

Expediente:

Texto: Cibele Carvalho

Ilustração: Livia Arnaut

Revisão de texto: Bernardo Romagnoli Bethônico

Diagramação de PDF: Clara Arnaut

Revisão técnica: Anna Claudia Eutrópio, psicóloga responsável pelo projeto Nós e Voz e Diego Alves, advogado e conselheiro de Direitos da Criança e do Adolescente em Belo Horizonte.

Agradecimentos: Levindo Diniz Carvalho.

 

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